RO:FM - Reviver a força dos cancioneiros medievais, em jogos de fantasia e movimento, onde esvoaçam ninhos de corvos celebrando a negrura de tão funesta idade. Correntes de ferro enfeitadas de encarnadas velas, incendeiam em euforia de loucura o bloco de pedra que a humanidade ergiu. Aldeias de feiticeiros e fadas de sonho, clonando criaturas entre os ciprestes altivos. Sob as cortinas deste sonho medievo, Orpheu desconfia e recua perdendo para sempre sua Eurídice, sua única razão de respirar a vida. Correm ventos que enfeitiçam por entre sombras do que se foi: um vencedor, um louco, em espectáculo de transformismo. É a vingança dos vencedores, serem desordeiros do normativo. Viva o incêndio da demência!
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