
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
07 FMRO
Campos verdes testemunham o último fôlego de vida. A prisão de vidro embacia com um último suspiro: de futuro servirá para reter o cheiro de carne podre, para que não se manche a extensão harmônica com a brisa leve do homicida. Encontrem-na em estranha morte, em estranhos preparos de mórbida perpetuação à memória infligida...
07 ROFM
Burguesa que a terra comeu. Foste grande, obtusa e obesa na vida. Morre velha cadela a quem reinos fálicos e falidos venderam aristocracia. O tempo é essencial para libertar os odores ácidos que te envolvem até às entranhas. Insectos de mil impérios percorram teu corpo e te consumam até ao tutano... eles sim, verdadeiros reis, predadores da morte, que te matam ao nível da vida que te matou. Aqui jaz luxúria!
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